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domingo, 29 de novembro de 2009

Dê um pouco de vc neste natal...

*** transcrição literal do site...

gente!
vamos ser solidários... pensem na importância de um desejo saciado, um sonho realizado, uma vontade satisfeita... pra nós que temos tanto... os parametros dessas crianças são bem diferentes dos nossos...


O que é:
O Projeto Papai Noel dos Correios é uma ação corporativa, desenvolvida em todas as 28 Diretorias Regionais, que tem como foco principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao “Papai Noel”. O objetivo central é manter a magia do Natal.

Além de estimular a redação de cartas manuscritas pelas crianças, o projeto visa atender aos pedidos de presentes de Natal de crianças em situação de vulnerabilidade social, estimular o voluntariado dentro e fora da empresa e incentivar a solidariedade dos empregados e da sociedade.

A quem se destina?
O destinatário do projeto é a criança de até 10 anos que envia pelos Correios uma cartinha ao Papai Noel. As cartas que partem das comunidades carentes em todo o País são separadas e colocadas à disposição da sociedade para quem quiser adotá-las. Ou seja, nem todas as crianças carentes serão necessariamente atendidas.

Como é feita a triagem?
Para adoção, será dada prioridade às cartas escritas por crianças que não tenham sido contempladas com presentes no ano passado, que contenham pedidos de brinquedos e que indiquem condição socioeconômica familiar condizente com o projeto.

Serão descartadas as correspondências que não contêm remetentes ou as com endereços repetidos. Portanto, não adianta mandar mais de uma carta, pois não se trata de sorteio. Assim, é importante o correto preenchimento do nome e endereço do destinatário, com CEP. Cartas de adultos não são atendidas, bem como pedidos de medicamentos, celular, MP3, DVD, notebooks e afins. Os critérios de atendimento de pedidos são razoabilidade e possibilidade.

Cada Regional tem um método de trabalho para classificação e seleção das cartas destinadas para adoção, considerando diversos fatores, tais como: tamanho da área abrangida, número de correspondências, número de adoções, número de voluntários envolvidos, etc.

Prazos
Participarão do projeto as cartas recebidas até 5/12/2009.
Todos os esforços serão feitos pelos Correios para que tanto os presentes doados quanto as respostas às cartas das crianças sejam entregues até o dia do Natal.

Quem pode colaborar?
Todas as pessoas da sociedade podem colaborar, tanto como voluntários para auxiliar na leitura e triagem das cartas, como para adotar um pedido. Para isso, basta entrar em contato com a “Casa do Papai Noel” de sua região (clique aqui).

Histórico do projeto
O projeto no formato atual existe desde 1997, embora ações isoladas deste tipo nos Correios tenham sido registradas há mais de 20 anos. Atualmente, envolve empregados voluntários dos Correios em todo o Brasil, com a colaboração também de voluntários da sociedade. Não possui caráter político, religioso, partidário ou comercial.

Números

Desde a criação do projeto o número de correspondências vem aumentando, embora não seja esta a meta dos Correios. Abaixo, os dados dos últimos quatro anos:

AnoCartas recebidasCartas respondidasCartas adotadas
2005395.183145.474130.655
2006501.605177.549226.934
2007792.760231.552357.971
20081.078.711365.446464.481

Informações para a Imprensa

Números em todo o Brasil (balanço geral) são divulgados pela assessoria de imprensa em Brasília.

Números por região podem ser obtidos junto às assessorias de comunicação dos Correios em cada Estado.

sábado, 28 de novembro de 2009

reflexões de natal

...eu sou aquela que quando quer, vai e faz,
apesar de tudo, apesar de todo o passado,
ainda continuo forte, determinada...
não titubeio no momento de tomar minhas decisões,
de assumir os riscos...
cheguei à conclusão que não há mesmo vento ou tempestade que me impeçam de voar...
já comi o pão que o diabo dançou pagode em cima...
as circunstâncias da vida me levaram a total descrença...
perdi a fé completamente...
foi preciso que o mundo virasse ao contrário para eu recuperá-la...
enfim... respiro aliviada agora... gradativamente estou a recuperando...
quando conto as amigas, elas choram, dizendo que sempre em suas orações pediam a Deus, que me fizesse voltar...
a sensação é que recebo sinais a todo momento,
reafirmando e confirmando Sua existência...

obrigada, de coração, a todos aqueles que se mobilizaram pra me trazer de volta...
sinceramente,
diana.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

um voo até Floripa - 4o. CONAHPA - Congresso Nacional de Ambientes Hipermídia para Aprendizagem

olá pessoas,

eu que vivo dizendo por aí que blogs precisam ser atualizados e demoro pacas pra atualizar o meu, hehe, casa de ferreiro...
pois então,
andei dando umas voadas lá pelos lados da bela Florianópolis,
pois é,
aconteceram no período de 04 a 07 de novembro-2009, o 40. CONAHPA-Congresso Nacional de Ambientes Hipermídia para Aprendizagem e o ICBL - Interactive Computer Aided Blended Learning, na Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC,
pois é,
eles fizeram a loucura de aceitar um artigo meu, rsss...
Os blogs como ambientes educacionais (quem se interessar em ler, me pede por e-mail, ou por aqui mesmo, nos comentários)
pois então,
o fato é que peguei 3 aviões e 1 táxi, para finalmente chegar na UFSC,
não consegui patrocínio nenhum, pois pedi muito tardiamente,
achava que ia encontrar uma SUPER-MEGA-ULTRA estrutura,
mas,
...
me decepcionei,
não tinha computadores nem pra nós, congressistas, nem tampouco pros participantes,
aliás, não tinha nem tomada para aqueles que tiveram a ótima ideia de levar o computador de casa...
conectividade, nem pensar,
teve palestrante que disse assim: -eu gostaria muito de mostrar pra vcs, os gráficos atualizados, mas, aqui não temos conexão...
olhe!
uma incoerência,
enquanto falávamos e discutíamos sobre as possibilidades e potencialidades que a internet e os ambientes hipermídia oferecem, não podíamos usar...
o negócio foi tão desorganizado
que a palestrante de abertura do evento FALTOU e não avisou nada a ninguém , kkk...

por causa disso,
reorganizaram os horários das apresentações sem consultar os apresentadores, kkk
teve gente q tava com o voo marcado dependendo da apresentação, ou seja, teve gente que não apresentou e teve gente que apresentou para 1 pessoa,
sério!

me lembrei muito do professor Alex Gomes, do Cin-UFPE, que dizia:
os melhores e mais proveitosos momentos de uma conferência, é aquilo que chamamos de UNCONFERENCE, ou seja, os momentos de troca de ideias fora do congresso, a hora do coffe-break, os almoços, os passeios, onde a gente se solta das amarras acadêmicas e conversa usando uma linguagem mais simples, acessível e clara...

conheci pessoas interessantes,
inclusive a SIMPATICISSIMA doutora Ana Zandomeneghi,
que se demonstrou deveras interessada em mim, pras pesquisas de doutorado...
foi muito interessante, ela ficou arrepiada quando fui falar c ela depois da apresentação...
ela estava em busca de uma pessoa com formação em informática e mestrado em educação,
úi, sou eu! rssss...
ela disse: - eu sabia que iria te encontrar!
vixe! pense numa felicidade!

bom,
é isso,
em blogs não devemos escrever muito,
pra não cansar os leitores, rss...

bj grande e se alguem aí quiser saber algo mais,
pida!
inté.



domingo, 18 de outubro de 2009

blogs educacionais: uma caracterização a partir da Etnografia Virtual

olá pessoas,
estou passando por aqui, para disponibilizar minha dissertação de mestrado e os links para as entrevistas efetuadas sobre a mesma temática.
grande abraço,
inté.

dissertação:
http://sites.google.com/site/profadiana/Home?pli=1 (ao final da página inicial, nos ANEXOS)

entrevista_1, pela assessoria de imprensa da Universidade Federal de Pernambuco:

entrevista_2, pelo Diário de Pernambuco:

cadernos trocados pelo word

Por Thatiana Pimentel
thatianapimentel.pe@diariosassociados.com.br
Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

A internet a serviço da educação. A ideia é bonita, causa aprovação, mas ainda não é uma realidade em Pernambuco. Foi isso que verificou Diana Pessoa em sua tese de mestrado que analisou os blogs no contexto educacional. Para chegar a esse ponto, a professora pesquisou a utilização das páginas virtuais por educadores, escolas, universidades e estudantes e concluiu que o uso da ferramenta é mínimo. “A apropriação da internet não é apenas feita através de aulas de informática ou dos emails. A rede está aberta para oferecer conhecimento e possibilitar uma ligação extra entre alunos e professores. Estamos atravessando um momento em que a escola pode estar na casa das crianças através do computador e muita gente ainda não entendeu isso”, explicou Diana.

O primeiro passo da pesquisa consistiu em dar uma classificação geral aos tipos de blogs existentes em quatro grandes grupos que são os blogs informativos, que tratam de assuntos gerais; interativos/educativos - provocam alguma reação nos usuários; escolares/educacionais, de formato fechado e menos interativos que o anterior e os diversos, que podem ser diários, portais, fotoblogs, etc. A partir daí, a professora focou sua pesquisa em blogs voltados para educação analisando apenas páginas que entravam nessa caracterização. De acordo com ela, mesmo com essas restrições, as possibilidades educacionais encontradas nessas páginas foram infinitas.

“Os blogs educacionais permitem uma solidificação, um aprofundamento das relações entre professores e alunos, escolas e estudantes. Essa ferramenta pode ser usada como intercâmbio cultural, portfólio, acervo e até para o oferecimento de cursos on-line”, afirmou Diana. Ao todo, a professora encontrou 11 fatores que tendem a trazer melhorias positivas para o ensino e aprendizagem. Segundo Diana, o professor pode, também, estabelecer elos mais fortes com seus alunos através dos blogs vinculando-os ao Messenger ou ao Orkut, por exemplo. A maior aproximação pode fazer com que o professor conheça quais assuntos mais interessam seus alunos.

Outro ponto importante destacado no trabalho é a ponte que pode se estabelecer entre os próprios professores na troca de experiências de práticas pedagógicas. “Professores de culturas totalmente diferentes podem interagir e selecionar o que podem trazer de bom para suas próprias práticas pedagógicas. E mais: a publicação dos chamados web fólios que são a divulgação dos trabalhos e pesquisas dos professores e dos próprios alunos nos blogs geram discussões em torno do tema”, ressaltou a pesquisadora.


Foto: Thatiana Pimentel/DP/D.A Press

Diana analisou também as inúmeras aplicações pedagógicas dos blogs que servem desde ambiente virtual para a publicação de tarefas digitalizadas até como link de atividades que levem os estudantes a participar propriamente do conhecimento, seja escrevendo texto ou produzindo vídeos. “Isso de mostrar a tarefa numa rede, de postar numa página da internet provoca uma melhora no desempenho. Ao saber que seus coleguinhas vão ter acesso ao seu dever de casa, a criança se sente impelida a prestar mais atenção e acertar. É um incentivo a mais”, completou.

Segundo a professora, a ferramenta ajuda ainda na aproximação dos estudantes com seus educadores. “O blog pode quebrar a coisa da hierarquia que existe na sala de aula. A pessoa pode se dirigir ao professor sem muito protocolo e vice-versa”. Diana acredita, contudo, que é necessário atualizar constantemente os conteúdos da página, caso contrário os alunos perdem o interesse. E os professores também têm suas dificuldades. “Quando se fala em blog nas salas dos professores, muitos torcem a rosto e dizem que blog é diário de adolescente na internet ou blog é um site de algum jornalista. Não se vê o blog como uma possibilidade de ampliação, como quebra das barreiras em sala de aula”. Porém, às vezes essa repulsa por blogs é na verdade conseqüência da falta de intimidade dos professores com o computador. “Existe ainda hoje professor sem email”, relatou a autora da pesquisa.

A professora aconselha aos professores que querem entrar nesse mundo dos blogs procurarem outros professores que utilizam blogs em suas práticas pedagógicas. Porem, isso teria que partir do interesse do próprio professor. Outra dica é que o professor deve se desfazer do academicismo e tentar estabelecer uma linguagem que o aluno fale. Isso vai fazer com que o aluno visite aquele blog. Se o professor estabelecer uma linguagem acadêmica ele vai estabelecer contato com outros professores que estão no mesmo patamar. Porém, o principal problema encontrado na utilização dos blogs é a falta de tempo disponível dos professores para atualizar. O blog pede a dinamicidade. Por isso é importante organizar-se em metas de atualização para manter o blog dinâmico.

“O governo poderia tentar alguma iniciativa de obrigar a cada escola ter um blog, seu web folio, os seus projetos e atividades publicados on-line. Isto incentivaria de uma forma imensa o uso dessa ferramenta. Os professores receberam notebook, receberam incentivos pra comprar computadores, receberam incentivos pra uma série de coisas, mas e o incentivo para o uso em si das ferramentas e das potencialidades que a web 2.0 pode trazer?”, finalizou a professora.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Os blogs educacionais e suas inúmeras possibilidades

entrevista publicada no site da federal
disponível em:
http://www.ufpe.br/
notícias

Os blogs educacionais e suas inúmeras possibilidades
06/10/2009

Por Paulo Andrade, da Ascom/UFPE

Com uma iniciativa inovadora na área educacional, a professora Diana Maria Farias Pessoa, mestre em Educação pela UFPE, pesquisou o uso dos blogs no contexto da educação e concluiu que o uso dessa ferramenta é mínimo, principalmente em Pernambuco. Com o trabalho “Blogs Educacionais: uma caracterização a partir da Etnografia Virtual”, a educadora se propôs a analisar a convivência dos conhecimentos em Educação e em Informática, atualmente essenciais em nossa sociedade.

Diana, que tem graduação em Análise de Sistemas, especialização em Informática educacional, além de ensinar em instituições privadas de ensino superior em Pernambuco, defende em seu trabalho que “não há diálogo entres esses conhecimentos, pois, geralmente, o pessoal de informática só sabe de informática e o de educação, a mesma coisa”, atesta. A professora identificou, ainda, a dificuldade encontrada na pesquisa, pois, devido ao seu pioneirismo, quase não existe bibliografia sobre o tema. O primeiro passo da pesquisa consistiu em dar uma classificação geral aos tipos de blogs existentes em quatro grandes grupos que são os blogs informativos; interativos/educativos; escolares/educacionais e diversos.

A partir daí a professora definiu sua pesquisa em blogs voltados para educação pesquisando os blogs que entravam nessa caracterização. As possibilidades educacionais encontradas nesses blogs foram infinitas. Na pesquisa, a professora enumerou aproximadamente onze fatores que tendem a trazer melhorias positivas para o ensino e aprendizagem, dentre eles a aproximação entre os alunos e os professores que trocam experiências em um plano mais descontraído. Segundo Diana, o professor pode, também, estabelecer elos mais fortes com seus alunos através dos blogs vinculando-os ao MSN, por exemplo. A maior aproximação pode fazer com que o professor conheça quais assuntos mais interessam seus alunos.

Outro ponto importante destacado no trabalho é a ponte que pode se estabelecer entre os próprios professores na troca de experiências de práticas pedagógicas. Professores de culturas totalmente diferentes podem interagir e selecionar o que podem trazer de bom para suas próprias práticas pedagógicas. E mais: a publicação dos chamados web fólios que são a divulgação dos trabalhos e pesquisas dos professores e dos próprios alunos nos blogs geram discussões em torno do tema. Enriquecendo os dois lados.

APLICAÇÕES – As aplicações pedagógicas são inúmeras desde publicar simples tarefas digitalizadas que só irá mudar o meio onde vai ser colocado, antes caderno agora blog, até atividades que provoquem o aluno a criar, escrever textos, fazer produções dos mais diversos formatos. Com uma diferença importante verificada durante a pesquisa: quando os alunos sabem que seu trabalho ou sua pesquisa irá ser vista por um público maior eles capricham muito mais no trabalho. É um incentivo a mais. Existem vários usuários de blogs educacionais. Há aqueles, por exemplo, que caem de "paraquedas", entrando neles aleatoriamente, e existem os próprios alunos, mas existe uma característica importante em relação a eles: quando os alunos se sentem obrigados a entrar nos blogs só o fazem porque são incitados e isto torna a atividade não prazerosa. O que instiga ao aluno a participar é o caráter de pessoalidade. O blog pode quebrar a coisa da hierarquia que existe na sala de aula. A pessoa pode se dirigir ao professor sem muito protocolo e vice-versa, como constatou a professora Diana em sua pesquisa.

Outro importante ponto é a necessidade de atualização constante dos conteúdos para despertar o interesse dos alunos. Isto faz com que o blog fique movimentado.

INTERATIVIDADE – A professora pesquisou os tipos de interatividade em torno dos ambientes virtuais criados para a educação, ou seja, criados com a finalidade de construir sites de educação. Só existiam categorizados os tipos de interatividade baseados nesse ambiente. Contudo, o blog não foi criado no contexto educacional. Não tinha esse objetivo. Por isso a professora criou outras categorias que são muitas como, por exemplo, aluno/conteúdo; visitante/professor; escola/escola. Os blogs inicialmente eram relatórios publicados na internet e começou a ser usado para diferentes fins por conta da facilidade de uso.

Não precisa entender de linguagem de programação ou de HTML para se fazer um blog. Daí a característica da interatividade nos blogs ser um processo muito mais rápido que em um site convencional. Tem a possibilidade da publicação instantânea. Antigamente os sites tinham um link “fale conosco” e quem sabe um dia você teria uma resposta. A resposta instantânea é um fator fundamental para promover a interatividade nos blogs.

PROFESSORES - Muitos professores têm uma dificuldade muito grande em utilizar o blog. Eles têm uma resistência enorme. “Quando se fala em blog nas salas dos professores, muitos torcem o rosto e dizem que blog é diário de adolescente na internet ou blog é um site de algum jornalista que não tem coragem de dizer o que pensa na verdade. Não se vê o blog como uma possibilidade de ampliação, como quebra das barreiras da sala de aula. Muitos professores ainda não conseguem ver isso” como destacou a professora Diana.

Porém, às vezes essa repulsa por blogs é na verdade conseqüência da falta de intimidade dos professores com o computador. Existe ainda hoje professor sem email relata a autora da pesquisa. Ainda hoje, nas universidades a professora não observou esse enfoque de ensinar a utilizar as tecnologias no processo educacional nos professores que estão sendo formados em educação. Não existe essa preocupação em aproximar da informática os professores que irão dar aula no futuro, pondera a professora. A professora expôs que este acréscimo da informática na educação não substituiria a pedagogia tradicional, mas ao contrário, apenas acrescentaria novas possibilidades à mesma.

A professora aconselha aos professores que querem entrar nesse mundo dos blogs procurarem outros professores que utilizam blogs em suas práticas pedagógicas. Porém, isso teria que partir do interesse do próprio professor. Outra dica é que o professor deve se desfazer do academicismo e tentar estabelecer uma linguagem que o aluno fale. Isso vai fazer com que o aluno visite aquele blog. Se o professor estabelecer uma linguagem acadêmica ele vai estabelecer contato com outros professores que estão no mesmo patamar. Porém, o principal problema encontrado na utilização dos blogs é a falta de tempo disponível dos professores para atualizar. O blog pede a dinamicidade. Por isso é importante organizar-se em metas de atualização para manter o blog dinâmico. O governo poderia tentar alguma iniciativa de obrigar a cada escola ter um blog, seu web folio, os seus projetos e atividades publicados on-line.

Isto incentivaria de uma forma imensa o uso dessa ferramenta. Se fosse feito um laboratório de como usar esses blogs com os professores acho que isso funcionaria. Porque existem outras iniciativas. Os professores receberam notebook, receberam incentivos pra comprar computadores, receberam incentivos pra uma série de coisas, mas e o incentivo para o uso em si das ferramentas e das potencialidades que a web 2.0 pode trazer? Argumenta a professora Diana. Já que existe a falta de treinamento especifico para usos dos blogs a professora destaca a iniciativa de um professor do Rio de Janeiro que criou um curso no próprio blog de como um professor pode utilizar blogs para o ensino.
PROFESSOR SERGIO LIMA: http://edublog.aprendendoemrede.info/

PERNAMBUCO - Estabelecendo uma escala de um a dez como parâmetro de comparação em relação ao Brasil. Pernambuco tem nota três em relação ao uso dos blogs no contexto educacional. Não existe um mapeamento de quantos blogs existem em Pernambuco, Bahia ou São Paulo por exemplo. Se uma pessoa cria um blog e nunca mais usa, ele fica no ar. É o que se denomina lixo eletrônico. Não é justo comparar esses blogs com os blogs que são todos os dias atualizados. Então foram pesquisados blogs que são realmente usados e em Pernambuco esse uso foi mínimo.

Não foi encontrado nenhum blog de escola pública em Pernambuco. Realidade muito diferente das escolas públicas do sul e sudeste que têm blogs que são premiados anualmente em concursos por causas das atividades que disponibilizam em seus blogs. A professora observou ainda que não há nenhuma diferença entre blogs de escolas públicas e privadas. Em Pernambuco também foi constatado que os pais não interagem nos blogs. Já em escolas em outras localidades como o sul os pais faziam questão de interagir no blog colocando comentários, elogiando professores, elogiando determinados projetos da escola. Da mesma forma havia a iniciativa das escolas de quererem ouvir a opinião dos pais e postar elas nos blogs.

ENSINO SUPERIOR – Existe uma diferença básica entre os blogs de instituições de ensino superior e de segundo grau. Os blogs de instituições de ensino superior têm um formato mais acadêmico. Servem, por exemplo, para divulgar estágios ou assuntos pertinentes aos cursos. Não existe um espaço de discussão.

Mais informações
me procurem:
Diana M F Pessoa
dianamfp@gmail.com

terça-feira, 15 de setembro de 2009

férias no Canadá - parte 2

Niagara Falls

gente,
é lindo demais!!!
dá mais ou menos, 1 hora e meia de Toronto... calma, a gasolina custa 0,89 cents...
a viagem é linda, vale a pena... (vou anexar um vídeozinho peba produzido por mim... :P)
muitas paisagens legais, muito carro diferentoso passando...

ao chegar demos de cara com um detalhezinho chato por lá: ESTACIONAMENTO, pense num rôlo, estacionar por lá é meio complicado, não só em Niagara mas nos outros lugares também, principalmente em Toronto, em quase todas as ruas, tem umas máquinas que aceitam dinheiro e cartão de crédito, (que são talvez a evolução dos flanelinhas que vendem talões de zona azul no centro do Recife) onde, se tiver espaço na rua e se não for perto de um hidrante (vc vendo o hidrante ou não, a multa é de 400 dólares canadenses) aí vc pode estacionar, mas, espaço nas ruas é quase uma lenda... então a maioria dos estacionamentos privados são carésimos... pra vcs terem uma ideia, qdo fomos conhecer a CN Tower, custava 35 dólares pra subir na Torre e 20 para estacionar... resultado: não paramos ( :( )

olha o foco!!! viajei!!! sorry!!!

dá um medão...
o negócio é muito grandioso, portentoso, majestoso e outros "oso"...
era gente demais qdo nós fomos,
chegamos lá faltando 15 minutos pras 5h00 p.m.
(de um medo de perder o passeio... úh)
as 5 sái a última embarcação,
conseguimos... a gente desce uma escadaria e chega na compra dos ingressos: $ 10,00
ganhamos uma capinha de plástico azul e um colete salva-vidas,
pense na quantidade de gente...
conseguir tirar uma foto só com a paisagem é quase lenda, kkk...
gente, qdo o barquinho tá longe da queda d´águas, tudo bem,
mas,
qdo vai chegando perto, a gente fica com uma sensação que vai ser "engolido" pelas águas...
molha tudo, câmera, rosto, sapatos, celular...rssss...e dá um frio de torar o bico...
porém totalmente suportável, principalmente se o objetivo é se sentir dentro de umas das paisagens mais bonitas do planeta.

é isso aí, inté.
diana.